No Amapá, atendendo movimento nacional, segue a greve dos bancários.

greveBancários de todo o país vão manter a mais longa greve decretada pela categoria, que já dura 3 semanas. A decisão segue após reunião da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), nesta terça-feira (27).

13.449 agências e 36 centros administrativos tiveram as atividades paralisadas, segundo balanço divulgado no site da Contraf-CUT.

No Amapá, segundo o Sindicato dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Sintraf), cerca de 650 trabalhadores aderiram à greve, correspondendo a cerca de 70% da categoria e 28 agências tiveram as atividades paralisadas.

A última proposta apresentada pelos bancos no dia 9 de setembro foi de reajuste de 7% para os salários e benefícios, mais abono de R$ 3.300 a ser pago até 10 dias após a assinatura do acordo. A proposta foi recusada pelos sindicatos.

Os bancários querem reposição da inflação do período mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial – no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$ 3.940,24 em junho) -, PLR de três salários mais R$ 8.317,90, além de outras reivindicações, como melhores condições de trabalho.

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