Em Macapá, moradores do bairro Marabaixo denunciam abandono de Centro Comunitário.

Moradores do bairro Marabaixo, zona oeste de Macapá, resolveram arregaçar as mangas e assumir a responsabilidade dos serviços de reforma e manutenção do Centro Comunitário Tempo de Educar.

O prédio estava sob a responsabilidade da Prefeitura Municipal de Macapá (PMM) e no local funcionava o anexo da Escola Municipal Raimunda Lima Guedes.

Abandono

A questão levantada pelos moradores, é que o local está depredado e abandonado. “O cenário é de total abandono. Equipamentos como freezer, ventiladores, cadeiras e documentação escolar foram extraviados”, denuncia o presidente da Associação de Moradores do Marabaixo 1,2 e 3, Edilson Pimenta da Costa.

O líder comunitário diz que o caso será denunciado ao Ministério Público do Estado, à imprensa e as autoridades educacionais. “A população do Marabaixo, professores e pais de alunos não vão se calar diante do descaso com esse patrimônio que é nosso”, denuncia.

O autônomo Israel Mendes ressaltou que é preciso apurar e responsabilizar os culpados pelo estado de abandono que o prédio se encontra. Ele diz que mora há 17 anos no Marabaixo 3. “Eu participei da inauguração deste Centro Comunitário e ver abandonado desse jeito corta o coração da gente e tira a chance de ver nossas crianças terem oportunidades de acessarem novos projetos sociais no bairro”, declara.

Os moradores estão anunciando mutirões para realizarem serviços de limpeza, capina, reforma e pintura do prédio. O local está tomado por matagal com visíveis focos do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, febre amarela e Chikungunya.

O jornalista Edy Wilson Silva, que mora no bairro, registrou em vídeo, a situação do Centro Comunitário. Confira no vídeo.marabaixo 

Em Macapá, “na avenida 14 do Marabaixo 3, a situação está pior que o atoleiro da estrada de Oiapoque”, denuncia morador.

Esquecido pelas autoridades públicas, moradores do Marabaixo 3, zona oeste da capital, cobram da Prefeitura Municipal de Macapá (PMM) serviços de limpeza, terraplanagem e asfaltamento da Avenida 14, entre as Ruas 6 e 9.

Segundo os moradores, o trecho está intrafegável. As chuvas provocaram abertura de crateras, poças de água e matagal. Famílias que residem no local e que possuem carro estão tendo prejuízo com quebra de peças. A dificuldade é a mesma para quem precisa sair para o trabalho, escola ou resolver algum problema particular.

Manifestação- A autônoma Noeme dos Santos Campos, 42, diz que a Avenida 14, nunca recebeu nenhum tipo de melhoria. “Nem mesmo em épocas de campanhas políticas somos lembrados”, desabafa.

Os moradores se mobilizam para fazer uma manifestação na Avenida 14, neste sábado, 1º, de abril. As famílias reclamam da falta de atenção do prefeito da cidade e da ausência dos vereadores de Macapá e dos deputados estaduais no bairro, que segundo eles, tem o papel de fiscalizar, denunciar e transformar essas demandas em propostas ou Projetos de Leis (PL,s) em defesa das comunidades.

Prefeitura abandona obra do Mercado Central de Macapá, denunciam empreendedores.

Dezenas de empreendedores que trabalhavam no interior e no entorno do Mercado Central de Macapá, participaram da sessão da Câmara de Vereadores, nesta quinta-feira (30). Eles vieram denunciar e cobrar a intermediação dos parlamentares junto à Prefeitura da capital, no que se refere a conclusão das obras do complexo turístico.

A obra foi iniciada pela Prefeitura de Macapá em julho de 2015, com previsão de ser reinaugurado em maio de 2016. Posteriormente para setembro de 2016, e por último para março deste ano.

José Marcelo, representante dos empreendedores do Mercado Central.

José Marcelo, representante dos empreendedores do Mercado Central, esteve na tribuna da Casa e, denunciou ao que chamou de “abandono” do logradouro público. “Estamos vindo à esta Casa, pedindo que os senhores possam nos ajudar para que esta obra seja concluída. Nem prefeito, nem secretário dão qualquer posicionamento sobre o andamento ou não”, acrescentou o representante.

O líder disse também que a paralisação das obras tem gerado prejuízos para todos. “Sapateiro, ourives, lojas, lanchonetes e restaurantes estão com quedas nas vendas, devido a estrutura precária montada pela Prefeitura”, denuncia Marcelo.

Segundo José Marcelo, com este período chuvoso, surgiu outro problema no que tange a saúde pública. Pois o esgoto a céu aberto exala mal cheiro e serve como criadouro de mosquitos causadores da Dengue, Zika e Chikungunya.

O investimento no valor de R$ 2,6 milhões para a obra de reforma do Mercado Central de Macapá, foi financiado pelo Programa Calha Norte, do Governo Federal, por meio de emenda parlamentar.

No Amapá, a cada três dias um jovem é assassinado.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara de Vereadores de Macapá, capital do Amapá, vereador Caetano Bentes, disse que não há muito que comemorar neste 30 de março – “Dia Mundial da Juventude”.

Para ele, se nos anos 80 e 90 o grande desafio da juventude era se inserir no mercado e não abandonar os estudos, o desafio deste século é simplesmente sobreviver.

Vereador Caetano Bentes – pres. da CDH – CMM

Segundo Bentes, a violência é um dos problemas mais graves e presentes na vida dos amapaenses. Mas para uma parcela de jovens da população, esse problema toma proporções de tragédia.

 

Dados

Segundo dados do Mapa da Violência 2015: adolescentes de 16 e 17 anos do Brasil, as mortes de jovens por causas naturais diminuíram significativamente desde a década de 1980, em contraste com o aumento por causas não naturais, entre as quais se destaca a disparada no número de mortes por homicídios.

O estudo revela que o Amapá é um dos estados em que a morte de jovens reduziu, mas os números ainda são tímidos.

Comparativos

Em 2005 foram 112 jovens amapaenses assassinados. Em 2015 esse número caiu para 99, mas dados não oficiais contabilizam mais de 100 óbitos em 2016.

Outro dado apresentado pelo parlamentar, após uma audiência pública sobre moradores de rua, é que pelo menos uma em cada quatro pessoas que moram nas ruas são jovens entre 17 e 30 anos. No caso dos homicídios, metade das mortes tem relação com drogas ou consumo de álcool.

Em Macapá, um feirão de empregos vai ofertar mais de 100 postos de trabalho.

Uma ação organizada a partir de uma parceria entre um aplicativo que disponibiliza oportunidades de emprego e um shopping de Macapá realiza no próximo sábado (01), 10h, um “Feirão de Empregos”, ofertando vagas para pessoas que buscam um espaço no mercado de trabalho.

Durante a Feira, os candidatos poderão visitar os stands de cada empresa, onde terão acesso a maiores informações sobre as vagas disponíveis.

Segundo um representante do aplicativo, aproximadamente 25 empresas confirmaram participação no feirão e cada uma vai oferecer um determinado número de vagas. As oportunidades são para diferentes níveis de instrução e várias áreas de segmento.

Para participar, o interessado deve comparecer ao shopping, com seu currículo, que deverá ser deixado no quiosque da empresa.

Desemprego no Amapá

O “Feirão de Empregos” ocorre em um momento difícil da economia amapaense. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Amapá foi o estado com maior índice de desemprego no Brasil em 2016. Nesse período, mais de 16% da população estava desempregada, uma taxa maior que a média nacional, que era de 12, 6%

Serviço

Feirão de Empregos

Data: 01 de Abril

Hora: 10h às e 15h

Local: Amapá Garden Shopping

Em Macapá, encontro de vereadores propõe maior aproximação do parlamentar com o povo.

Os organizadores do I Encontro de Vereadores do Estado do Amapá, realizado nesta quarta-feira (29), em Macapá, consideram o resultado positivo. Dos 164 vereadores do Amapá, 150 se inscreveram para o encontro, embora nem todos participassem do encontro.

O presidente da UVB-União dos Vereadores do Brasil, Gilson Gonzatte, disse que o encontro está sendo realizado nas principais regiões do país e destaca a importância de se fortalecer as Câmaras Municipais, através desses eventos. “Tem muito vereador que foi eleito e nem sabe o seu papel. O encontro também é uma troca de conhecimento”, acrescenta.

Gonzatte reforçou ainda, que é imprescindível a capacitação dos vereadores em todo o país. “O mandato do parlamentar não pode passar despercebido. A proposta do encontro foi deixá-los cientes de suas atribuições e cada vez mais perto da população”, pontuou.

Ele acrescenta ainda, que o vereador precisa estar permanentemente em contato direto com a população.

No Amapá, Sindicato dos Jornalistas anuncia valor do piso salarial para a categoria.

O SINDJOR – Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Amapá promoveu uma assembleia geral, na sexta-feira (24), no auditório do SEBRAE, para anunciar à categoria, a proposta do piso salarial que deverá ser homologada pelo MTE no estado do Amapá.

A Convenção Coletiva de Trabalho 2017/2018 será celebrada entre o SINJOR e a FENAJORE – Federação Nacional de Jornais e Revistas ou a FENAERT – Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão, tendo em vista a inexistência, no Amapá, de uma en
tidade patronal.

Dentre as cláusulas previstas no acordo, destaca-se o valor do piso salarial aos profissionais. Uma antiga reivindicação da classe, e que pode ser concretizada.
Na tabela proposta pelo SINDJOR, fica estabelecido os seguintes valores e funções:
– R$ 2.578,56 para profissionais nas funções de Repórter, Repórter Fotográfico, Apresentador, Editor de Texto, Revisor, Produtor, Assessor de Imprensa, Repórter Cinematográfico, Diagramador e ilustrador em início de carreira: Jornalista Classe “A”.

– R$ 2.913,01 para Repórter, Repórter Fotográfico, Apresentador, Editor de Texto, Revisor, Produtor, Assessor de Imprensa, Repórter Cinematográfico, Diagramador e ilustrador com mais de um ano e até dois anos ininterruptos de serviços prestados na função: Jornalista Classe “B”.

– R$ 3.260,97 para Repórter, Repórter Fotográfico, Apresentador, Editor de Texto, Revisor, Produtor, Assessor de Imprensa, Repórter Cinematográfico, Diagramador e ilustrador com mais de dois anos i
ninterruptos de serviços prestados na função: Jornalista Classe “C”.

O acordo estabelece ainda, que a tabela de pisos salariais praticada pela empresa para os trabalhadores da categoria, no Estado do Amapá, passará a ser paga, a partir de 1º de maio de 2017.

Além do piso salarial, o acordo coletivo prevê outros benefícios para os profissionais, como Gratificações, Adicionais, Auxílios, Hora-Extra, Seguro de Vida, dentre outros.

A presidente do SINDJOR, Denyse Quintas, agradeceu aos colegas presentes na Assembleia Geral e disse que a luta por melhores condições de trabalho continua. “Vamos nos fortalecer ainda mais enquanto categoria, avançar nas cláusulas sociais, e brigar por um salto maior para nosso piso salarial”, acrescentou.

Piso salarial
O Piso salarial é o menor salário pago a um trabalhador dentro da categoria. É estabelecido na data-base e determinado pelo acordo coletivo. Outro detalhe importante é que o valor do piso salarial definido para uma mesma função ou profissão pode variar conforme o estado, cidade ou mesmo empresa. Isso porque os pisos salariais definidos em acordos ou convenções coletivas de trabalho têm validade somente para os trabalhadores abrangidos por esses documentos.

Penalidades
Após o acordo coletivo ser homologado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, a empresa que venha a praticar salários abaixo do piso, usando qualquer justificativa, pode ser denunciada junto ao Sindicato dos Jornalistas do Amapá ou na Delegacia do Ministério do Trabalho e Emprego, estando passível das penalidades previstas na lei.

Clay Sam – Jornalista Profissional FENAJ MTE 0354/AP

Em Macapá, artistas amapaenses cantam sucessos do Norte do Brasil.

Os artistas amapaenses Ariel Moura, Osmar Júnior e Zé Miguel lançam no próximo dia 31 deste mês, em um bar teatro local, a turnê musical Norteia.

Durante o show de lançamento, o trio divide o mesmo palco, promovendo um entretenimento musical de qualidade e difundindo as raízes culturais da música, enquanto manifestação cultural e artística.

Para o cantor Osmar Júnior, a turnê é uma nova ferramenta que vai mostrar as belezas da música do Amapá, “Eu e o Zé Miguel dividimos os mesmos ideais, somos parceiros de música e adoramos dividir o palco, nossa música já é conhecida, queremos que mais pessoas conheçam, aprofundar as nossas raízes e deixar o nosso legado para as novas gerações. Por isso estamos trazendo a Ariel Moura para esse projeto, estamos dando uma nova roupagem, é um encontro de gerações”, acrescentou Osmar Júnior.

Destaque

A cantora Ariel Moura foi a primeira representante do Amapá, no The Voice Brasil, um show de talentos brasileiro exibido pela Rede Globo. É a versão brasileira do formato original holandês The Voice of Holland, criado por John de Mol.

Serviço:

Informações: 98123- 1159/  99167 -1159 e 98137- 6016.

Vacina contra Febre Amarela: agora vale para toda a vida, diz OMS

Obrigatória para quem quer viajar para determinados países, até então a vacina contra a febre amarela era válida por 10 anos, sendo que após esse período era necessário tomar uma dose de reforço.

Não é de hoje que a OMS afirma que uma dose da vacina contra a febre amarela é suficiente para toda a vida. Os pesquisadores da organização chegaram a essa conclusão em 2013 e a oficializaram em 2014. Foi durante a 67ª Assembleia Mundial de Saúde, quando o anexo 7 do Regulamento Sanitário Internacional foi alterado, e se estabeleceu a data de 11 de julho de 2016 como o prazo para que todos os 196 países signatários da entidade passassem a adotar a nova medida.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), já emite certificados internacionais de vacinação com a designação “válido por toda a vida” desde junho.

E, segundo emenda ao Anexo 7 – da Regulamentação Internacional de Saúde da OMS (veja o original da OMS e a tradução oficial da Anvisa), os certificados emitidos anteriormente também ficam automaticamente validados por toda a vida, devendo ser aceitos por todos os países associados à Organização Mundial de Saúde, desconsiderando a data de validade registrada.

Ou seja:

Não é mais preciso tomar reforço da vacina contra febre amarela a cada 10 anos,
Não é preciso refazer o certificado para mudar a validade; todo certificado emitido antes desta resolução fica automaticamente válido por toda a vida.

Os outros requisitos continuam os mesmos.

É preciso se vacinar com 10 dias de antecedência à chegada ao país que exige a vacina,
Não basta se vacinar; é preciso emitir o certificado internacional de vacinação.
Isso quer dizer que, desde 11 de julho, agentes de fronteiras não podem impedir a entrada de viajantes portando certificados internacionais de vacinação, independentemente da data de validade.
Os documentos emitidos após a nova determinação devem vir com a data de vacinação e a frase “vida da pessoa vacinada” (também em inglês e francês) no campo da data de validade.

Atenção
Documentos anteriores à nova regra não precisam e não devem ser modificados, já que são válidos mesmo assim, com as datas de validade já expiradas ou por vencer, e porque qualquer rasura ou alteração no documento o torna inválido.
Para quem nunca se vacinou, o procedimento continua sendo necessário.

Por ter casos registrados em quase todo o território nacional, o Brasil é considerado um país endêmico para a doença. Por isso muitos destinos exigem que os viajantes se vacinem, com no mínimo 10 dias de antecedência.

A vacina é oferecida em postos de saúde municipais e estaduais. Depois de tomá-la é preciso levar o comprovante a um posto da Anvisa e trocá-lo pelo Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP). Todo o processo é gratuito.

Mulheres grávidas, bebês de até seis meses e pessoas alérgicas a seus componentes, portadoras do vírus HIV, em tratamento com corticóides, quimioterapia ou radioterapia, não devem se vacinar. Para elas, há o Certificado de Isenção de Vacinação, também disponível nos postos da Anvisa.

Vale ressaltar que, de acordo com a OMS, essa alteração afeta apenas o que os países podem cobrar do viajante internacional como requisito de entrada nas suas fronteiras. Assim, cada nação continua sendo livre para fazer suas próprias exigências no que diz respeito a vacinação e revacinação dos seus próprios habitantes.

Países que exigem a vacina
Veja AQUI a lista dos países que exigem a vacina da febre amarela.

Fonte: O Globo

Vereadores de Macapá querem terreno da União para construção do novo prédio do legislativo.

Um grupo de vereadores de Macapá, capital do estado do Amapá, estive reunido na tarde desta segunda-feira (27), com o juiz federal João Bosco Soares, responsável pela 2ª Vara da Justiça Federal no Amapá.
 
Os parlamentares vieram pedir à Justiça Federal, apoio no sentido da doação de uma área de propriedade da União, para a construção do novo prédio da Câmara de Vereadores de Macapá.
 
O vereador Acácio Favacho (PROS), que preside a CMM, disse que as instalações do parlamento não comportam a nova estrutura do legislativo municipal. “O nosso prédio tem 30 anos. A cidade cresceu, assim como o número de vereadores e precisamos ampliar nossa infraestrutura para melhor receber os nossos munícipes”, argumentou Favacho.
 
João Bosco Soares, disse aos parlamentares que vai tomar mais informações sobre a área federal, em Macapá, destinada a construção de prédio institucional. Ele colocou como alternativa, a existência de uma área no bairro Alvorada (área H), que poderia ser disponibilizada para tal construção. “Outra alternativa seria uma reunião com a Dra. Liely Gonçalves, da Superintendência do Patrimônio da União no Amapá (SPU/AP), sobre outras áreas disponíveis às margens da rodovia Norte-Sul”, acrescentou o juiz federal.
 
Ficou acertado uma nova reunião, em data a ser definida pela Justiça Federal, com a presença dos vereadores, representantes da SEINF e da SPU/AP.
 
Participaram do encontro, os vereadores Ruzivan Pontes, Gian do Nae, Auciney Maciel, Diogo Senior, Japão Baia, Odilson Nunes, Claudio Góes, Rayfran Beirão e Bruna Guimarães.