No Amapá, autoridades impõem regras para atravessar a ponte binacional.

Após três dias da Ponte Binacional, na fronteira de Oiapoque (Brasil)  e Sant George (França), ser inaugurada, a travessia de veículos foi liberada na  segunda-feira, 20.

Inicialmente a liberação é apenas para carros pequenos. A travessia de carros grandes e cargas ainda estão sendo discutidas. Antes o transporte destes veículos era feita por balsa, que a partir de agora ficou proibida.

Do lado brasileiro, o pátio aduaneiro que reúne vários órgãos de fiscalização ainda não está pronto. Diferente do lado francês, cujo serviço aduaneiro está todo estruturado. Desse modo,  motoristas que entram no Brasil, devem ir até a Receita Federal e a Polícia Federal de Oiapoque para regularizar entrada e permanência do veiculo no lado brasileiro para enfrentar a barreira da Polícia Rodoviária sem risco de retornar.

No lado Francês, os brasileiros que atravessarem para Sant George, podem adquirir junto a Prefeitura da pequena cidade francesa, a carteira transfronteiriça, que permite circular na cidade sem maiores problemas, desde que tenham domicílio eleitoral, comprovante de residência e declaração de trabalho. As autoridades francesas querem estender o benefício até Cayena.  O documento só é válido para quem reside em Oiapoque.

Um outro  problema do lado brasileiro que precisa ser priorizado é a pavimentação dos 112 quilômetros que ainda restam da BR 156, sentido Oiapoque/Macapá. O trecho enfrenta um atoleiro rigoroso no período de inverno. Um dos entraves para a conclusão da obra é o recuo de cinco aldeias das terras indígenas Uaça, localizadas as margens da BR.

O horário da Ponte é diferenciado. De segunda a sexta-feira, funciona das 8 às 18 horas e nos finais de semana até às 12 horas.

Edy Wilson – jornalista

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