No Amapá, população denuncia abandono da BR 156

Cidadãos amapaenses que precisam viajar com certa frequência de Macapá, capital do estado do Amapá, até o município de Oiapoque, na fronteira com a Guiana Francesa, denunciam através de grupos de WhatsApp, as condições desfavoráveis ao transporte de cargas e passageiros, em que se encontra a BR 156. Única via de ligação terrestre entre as cidades.

Quando procurado pela imprensa, para falar sobre o assunto, a representação Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes- DNIT, que é responsável pela manutenção da estrada, informa que está tudo dentro da “normalidade”.

O Governo do Amapá não se manifestou sobre o assunto.

BR 156

A obra da rodovia federal é uma das mais antigas do país. Aberta a partir de 1940, a pavimentação começou somente décadas depois, em 1976.

O trecho sem asfalto compreende 112 quilômetros, onde há atoleiros em períodos invernosos.

Em Macapá, Escola Municipal Professor Raimundo Oliveira Alencar realiza ação social nesta sexta-feira, 30

Por Edy wilson Silva

A Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Professor Raimundo Oliveira Alencar, realiza nesta sexta-feira, 30, de  8 às 12 horas, ação social para atender a comunidade.

A ação faz parte projeto “Escola e família caminham juntas”, desenvolvido pelo estabelecimento de ensino.

Durante a ação serão oferecidos clinico geral, vacinação, massoterapia, verificação de pressão, teste de glicemia, aplicação de flúor, primeiros socorros, além de corte de cabelo, maquiagem, teatro, ginástica  e aula de zumba e atividades esportivas.

Objetivo- O diretor da escola, Paulo César da Silva de Souza, destaca que a proposta é promover maior integração da escola com a comunidade. “A partir deste projeto temos alcançado um de nossos objetivos que é aproximar cada vez mais a escola da comunidade”.

Segundo a secretaria administrativa, Mauriene Lima, a escola pretende implantar novos projetos de alcance social, mas esbarra na falta de recursos e de logísticas para desenvolvê-los. “Estamos buscando novos parceiros. Quem sabe o vereador de Macapá Odilson Nunes, não resolve nos presentear com o seu projeto “Vereador Amigo da Escola”, isso seria fantástico”, arrematou Mauriene Lima.

A Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Professor Raimundo Oliveira Alencar, fica situada à Rua Maria Raimunda Barros Machado, 155, Conjunto Laurindo Banha, bairro Novo Buritizal.

Whatsapp deixará de funcionar em celulares antigos nesta sexta, 30

Você tem um celular antigo?

Então fique ligado, porque o Whatsapp vai parar de funcionar em diversos aparelhos a partir desta sexta-feira (30).

Todos os usuários de aparelhos Androids com versão 2.1 ou 2.2, de iPhone 3GS com iOS 6 e Windows Phone 7 serão desconectados do aplicativo.

A medida já tinha sido anunciada no fim do ano passado.

Vale lembrar que, para estes usuários, outros aplicativos de conversa também estão disponíveis tanto pela Apple Store, quanto pela Play Store.

No Amapá, Bruno Mineiro se reúne com governador do Estado e fala sobre investimentos e política.

O governador do Amapá, Waldez Góes, recebeu na manhã desta quarta-feira (28), no palácio do Setentrião, o empresário e ex-deputado estadual Bruno Mineiro.

Durante o encontro, Bruno Mineiro falou a respeito de investimentos no estado do Amapá e também levou ao conhecimento do mandatário, as principais demandas das regiões por onde visita com frequência, dada sua atividade empresarial, e o grande conhecimento que tem, da realidade de cada região no interior do Amapá.

Waldez Góes ouviu atentamente o jovem empresário e aproveitou para falar de eleição e novos rumos da política no Estado. Segundo o qual, Bruno Mineiro, é um dos mais expressivos nomes para disputar uma cadeira no parlamento estadual, no ano que vem.

Bruno Mineiro agradeceu a deferência do governador e disse que, será uma honra representar o povo amapaense no parlamento e, sobretudo, trabalhar pela melhoria da qualidade de vida do povo amapaense. “Mesmo sem mandato, estamos trabalhando e, dentro das nossas limitações, auxiliando cada região na solução de seus problemas”, acrescentou Bruno Mineiro.

No Amapá, OAB/AP e Afap formalizam parceria para concessão de linha de crédito a jovens advogados.

Jovens advogados (recém-formados), do estado do Amapá terão a oportunidade da liberação de créditos fixo e de giro, disponibilizados pela Agência de Fomento do Amapá-Afap, para facilitar o desenvolvimento e instalação de seu escritório de trabalho.

A iniciativa é o resultado de um projeto de gestão, encabeçado pela atual diretoria da entidade, que tem a frente o presidente Paulo Campelo e seu vice, Auriney Brito.

A solenidade de assinatura desta parceria, será nesta quarta-feira (28), 16h, no prédio da OAB-seccional Amapá, e contará com a presença do governador do Amapá, Waldez Góes e o presidente da Afap, Francisco de Assis.

O vice-presidente da OAB/AP, advogado Auriney Brito, disse que a linha de crédito para a advocacia é o resultado de uma luta de quem conhece a necessidade dos advogados e advogadas do Amapá. E destaca um esforço coletivo que sensibilizou o Banco Central do Brasil a autorizar a Agência de Fomentos do Governo do Estado do Amapá para liberar as linhas de crédito.

“Sabemos que o início da caminhada é difícil. Tivemos dificuldades por conta de uma crise, os bancos também passam por isso, mas encontramos o refúgio aqui na Afap, que foi sensível a nossa causa”, completou Brito.

Parceria

Em fevereiro deste ano, o presidente da OAB/AP, Paulo Campelo, esteve reunido com o presidente da AFAP, Francisco de Assis, para tratar da formulação de uma linha de crédito específica para jovens advogados.

Na ocasião, Campelo defendia que, por ano, em média 300 novos advogados são inscritos na OAB Amapá, e muitas vezes, esses jovens precisam de ajuda para montar seus escritórios e atuar na área.

Vale é “reprivatizada”

 

Vinte anos atrás, em 1997, a Companhia Vale do Rio Doce deixou de ser estatal. Seu controle acionário foi vendido a um consórcio que se formou pela associação de fundos federais de pensão, à frente o Previ (dos funcionários do Banco do Brasil, o maior de todos) com o Bradesco, a japonesa Mitsui e uma subsidiaria do BNDES, a BNDESpar. Hoje, reunida no Rio de Janeiro, a assembleia geral extraordinária da empresa decidiu privatizá-la de vez.

O novo arranjo societário parece complicado, mas é simples. O consórcio Valepar possuía 53,8% das ações com direito a voto, mas só detinha 33,7% do capital total da Vale. Extinta agora a Valepar, a sociedade se desfaz e cada um dos acionistas passam a ter poder decisório equivalente à sua participação societária na companhia.

Com uma diferença fundamental: eles – como todos os demais investidores que detêm esse tipo de papel –poderão converter, querendo, ações preferenciais classe “A”, que “apenas” têm preferência no recebimento de juros e dividendos, em ações ordinárias, que conferem direito a voto em assembleia, na relação de 0,9342 ação ordinária por cada ação preferencial.  Gastando menos, terão mais ações do que tinham. E maior poder decisório, é claro.

Por vias e travessas, a mudança põe fim ao hibridismo de uma empresa privada na qual o governo é que continuava a decidir. Essa ambiguidade foi escancarada quando o então presidente Lula entrou em conflito com o presidente da Vale, Roger Agnelli, o que mais tempo permaneceu no cargo, durante 10 anos.

O conflito, mais intenso nos bastidores do poder do que nos atos corporativos da Vale, prosseguiu na administração Dilma Russeff. Agora, a companhia estaria livre de interferências governamentais, ao menos as diretas. Com esse propósito, a companhia se integrou às regras do segmento especial de listagem da B3 (antiga BM&FBovespa), o Novo Mercado, que é um segmento com regras mais rígidas de governança corporativa.

A mudança não é só na cúpula da mineradora, a maior vendedora interoceânica de minério de ferro do mundo, sobretudo para a China. O minério é o segundo produto da pauta de exportação brasileira e o Pará o lidera. Os pequenos investidores com ações preferenciais, que optaram pelos papéis em busca de maior e mais rápida rentabilidade, também poderão trocá-las por ações ordinárias. A massa desses acionistas está nos Estados Unidos. Assim, a Vale também se internacionaliza mais um pouco.

Anvisa determina a suspensão de 13 lotes de anticoncepcional

13 lotes do anticoncepcional Gynera são suspensos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária

O recolhimento do medicamento das farmácias foi realizado voluntariamente pela própria fabricante, a Bayer, após resultados insatisfatórios

O teste de estabilidade apontou que o contraceptivo oral oferecem um risco à saúde de classe 3, que representa um alto risco.

Dois hormônios formam a composição do Gynera: estrogênio e progestógeno.

MEC divulga nova chamada do Prouni do 2º semestre de 2017

Já está disponível para consulta a lista dos alunos selecionados para a nova chamada do Prouni do segundo semestre deste ano.

Nesta edição são oferecidas 147 mil 492 bolsas. Deste total, 67.603 serão integrais e 79.889 parciais em instituições particulares de ensino superior.

Aqueles que forem convocados devem apresentar a documentação nas instituições de ensino até esta sexta-feira, dia 30.

Já para as pessoas que constarem na lista de espera, a manifestação de interesse na vaga deverá ser realizada de 7 a 10 de julho.

Vale lembrar que, bolsa integral é destinada aos estudantes que possuem renda familiar de até um salário-mínimo e meio por pessoa.

Já o teto da bolsa parcial, de 50% do valor da mensalidade, é de até três salários mínimo.

A lista de selecionados está disponível no site: prounialuno.mec.gov.br

Em Macapá, Associação dos Magistrados e TJAP reúnem para tratar sobre a equalização da força de trabalho dentro do Poder Judiciário do Amapá

A diretoria da Associação dos Magistrados do Amapá (Amaap) reuniu, na quinta-feira (22), em sua sede administrativa, com a presidência do Tribunal de Justiça para dialogar sobre a aplicação da Resolução 219/2016, do Conselho Nacional de Justiça.  O encontro garantiu um melhor entendimento sobre as diretrizes estabelecidas para a distribuição da força de trabalho entre os órgãos do Judiciário de 1º e 2º graus e assim aperfeiçoar os serviços prestados aos cidadãos. A iniciativa também se configura como um dos eixos da Política Nacional de Priorização do Primeiro Grau de Jurisdição.

A presidente da Amaap, juíza Elayne Cantuária, tem participado das reuniões do Comitê Gestor de Pessoas do TJAP, comissão responsável para traçar a metodologia da equalização. Segundo a magistrada a maior preocupação da Associação é com a grande concentração de demandas que chegam ao 1º grau de jurisdição.

“A preocupação da Associação dos Magistrados do Amapá é com o cenário futuro da Justiça brasileira e amapaense nos próximos 20 anos. Precisamos trabalhar em conjunto para alcançar a solução para todas as dificuldades ligadas à morosidade da justiça. A resolução nº 219 do CNJ se apresenta como uma das metas estabelecidas pelo Judiciário brasileiro para melhoramento da Justiça”, argumentou a magistrada.

A juíza ainda afirmou que o intuito da Resolução não é garantir privilégios para o 1º Grau, e sim, atuar no ponto mais fraco do Judiciário brasileiro, que hoje recebe cerca de 90% da demanda que chega até a Justiça. “É imprescindível iniciarmos por onde estão as nossas maiores deficiências”, defendeu.

Os juízes/diretores da Amaap Rommel de Oliveira, Liége Gomes, Fábio Gurgel, Larissa Noronha, Ilana Luongo e Ailton Vidal, como também a juíza Keila Utzig, participaram da reunião contribuindo com pontos fundamentais para a melhor adequação a realidade local.

O presidente do TJAP, desembargador Carlos Tork, acompanhado do juiz auxiliar da presidência, João Matos, tratou dos princípios estabelecidos na resolução do CNJ e garantiu que as decisões tem sido pautadas com a participação de todos envolvidos, magistrados e servidores.

“A presidência tem se reunido com as diretorias da Associação dos Magistrados e do Sindicato dos Serventuários em vista a debater a aplicação da Resolução 219 do CNJ que equaliza a força de trabalho no Judiciário, sobretudo nos âmbitos dos Comitês de Atenção Prioritária ao Primeiro Grau de Jurisdição, Orçamentário e de Gestão de Pessoas”, enfatizou o presidente.

No dia 28/06, em Sessão Administrativa, haverá a deliberação pelo Pleno do TJAP.

Daniel Alves – jornalista

O verdadeiro inimigo – por: Dom Pedro Conti

Dom Pedro José Conti

  Bispo de Macapá

A velha rata mandou o filho atrás de comida; recomendou-lhe, porém, que se guardasse do inimigo. O ratinho, após a primeira curva, viu um galo. Voltou correndo junto à mãe e descreveu o inimigo como um bicho soberbo, de crista enorme e vermelha.

– Não é esse o nosso inimigo – falou a rata. E mandou o filho de volta. Desta vez, o pobre ratinho esbarrou num peru. De novo correu para o regaço da mãe e, tremendo-se todinho, descreveu o peru como um animal enorme e de olhar terrível, pronto para matar.

 – Também este não é o nosso inimigo – tranquilizou-o a mãe – O nosso inimigo caminha silencioso, de cabeça baixa como uma criatura muito humilde; é macio, discreto, de aparência amável e deixa a impressão de ser inofensivo e bondoso. Se topares com ele, meu filho, toma cuidado!

Já sabemos quem é o inimigo dos ratos. Mais difícil é reconhecer o “nosso” inimigo. Com efeito, nós todos procuramos nos defender quando percebemos a agressividade ou a maldade do adversário. Mas, se aquele que quer a nossa ruina se apresenta sob as aparências de um companheiro cativante e simpático, fica difícil reconhecer a sua armadilha.

No evangelho deste domingo, Jesus quer ajudar os seus discípulos, que enviou em missão no mundo, a discernir de quem devem se guardar e de quem não precisa. Na nossa maneira de pensar, nós sempre temos muito medo, em primeiro lugar, de quem pode nos machucar e até nos tirar a vida. Jesus pensa diferente. O nosso verdadeiro inimigo não é aquele que pode nos matar, mas aquele que, junto com a vida deste mundo, pode nos afastar para sempre do amor de Deus e do próximo. Aquele que pode destruir “a alma e o corpo”. Com certeza, Jesus não quis nos dizer que devemos ser incautos e irresponsáveis, arriscando a vida à toa. Ele nos convida a sermos simples como as pombas, mas também prudentes como as serpentes (Mt 10,1). O que aqui está em jogo, não é, portanto, a vida corporal, mas a outra Vida que somente Deus pode dar porque, afinal, é ele mesmo que se doa.

Nesta altura, precisamos nos perguntar, honestamente, se acreditamos nas palavras de Jesus. Todos nós estamos dispostos a defender, com unhas e dentes, a nossa pele e o nosso bolso que, parece, estar grudado nela. “Unhas e dentes” evoluíram; hoje são o poder econômico, a corrupção, as mentiras, as falsas promessas, as bombas atómicas, as bombas de efeito “moral” (leia-se: para amedrontar) e assim por adiante. Se compararmos as despesas mundiais com os armamentos e aquelas com a saúde pública, a saúde dos pobres, j& aacute; sabemos de que lado vai cair o prato da balança. Quantos hospitais poderiam ser construídos com o preço de um míssil? Quantos pratos de comida correspondem ao custo de um drone guiado por computadores? Ao contrário, quase nada gastamos para promover a paz, a fraternidade, para defender o planeta da poluição, para garantir alimentos saudáveis às próximas gerações.

A fome do lucro está matando as nossas “almas”, entorpecendo os nossos sentimentos, esfriando a nossa sensibilidade.  De sobra, ela engorda a nossa indiferença, o nosso medo de perder a vida biológica numa disputa inútil e egoísta pela sobrevivência. Pensando que vamos salvar o corpo, acabamos perdendo, junto com ele, também a alma, o sentido e os valores da vida. Corpo e alma somos cada um de nós. Não nos salvamos ou nos perdemos em pedaços, mas numa única vida, sopro da Vida de Deus. Para ele nós somos mui to preciosos. O Pai não quer perder nada e ninguém, porque nos ama a todos e “deu” seu Filho para nos salvar. Somos nós que desvalorizamos tanto este amor de Deus, que não temos medo de perdê-lo. Gastamos tempo e saúde para correr atrás de coisas pequenas e desperdiçamos as grandes. Deus e o seu amor passaram em último plano. Temos medo de um Crucificado. Assim, o inimigo triunfa. Mata-nos no corpo e na alma no maior conforto, na maior mordomia, na maior diversão. De barriga cheia e de coração de pedra, sempre insatisfeitos. Deveríamos tomar cuidado. Muito cuidado ainda é pouco.