No Amapá, site reconhece erro ao afirmar que delegado de Ferreira Gomes não trabalha

O site www.pautanews.com.br reconhece publicamente o equivoco na publicação de matéria datada do dia 30/01/2018 com o título “No Amapá, vereadora de Ferreira Gomes denuncia delegado que fica ausente da cidade o tempo todo”.

O site também admite que errou em publicar a matéria baseada apenas na denúncia feita pela vereadora Neuraci Lima (PSDB) e em entrevista concedida pela parlamentar em emissora de rádio de Macapá.

Portanto, o portal não teve acesso a nenhum documento que respaldasse a denúncia de que o delegado de polícia civil Leonardo Fabrício Pereira Leite ficasse o tempo inteiro ausente da cidade em horário de expediente.

Desta forma o pautanews reconheceu o equivoco e concedeu direito de resposta, previsto em lei,  ao delegado Leonardo Fabrício dez dias após a publicação da denúncia.

O delegado diz que as acusações feitas pela parlamentar são inverídicas, cujo objetivo, segundo ele, foi  prejudicá-lo.  

No Brasil, especialista diz que insatisfação com políticos não deve ser motivo para deixar de votar

 

Quase 80% dos deputados federais e 40% dos senadores vão tentar a reeleição em outubro. O número pode levar o eleitor a se questionar: por que tantos parlamentares querem um novo mandato?

Para o professor de ciência política da Universidade de Brasília (UnB), Ricardo Caldas, os congressistas buscam retornar ao Legislativo porque querem dar continuidade a projetos e à carreira política, que oferece benefícios, como salário, visibilidade e até foro privilegiado.

Reeleição– No pleito de outubro, o professor acredita que dos 400 candidatos à reeleição na Câmara e dos 32 no Senado, metade deve ser reeleita.

Mas Ricardo Caldas lembra que a margem de votos brancos e nulos pode ser alta, já que parte dos eleitores está insatisfeita com a classe política após vários escândalos de corrupção.

Porém, para o especialista, anular o voto ou deixar de comparecer ao pleito não são soluções.

Vocação– Sobre parlamentares que estão há vários mandatos no exercício do cargo, o especialista defende que a política é vocação, mas também profissão.

Ricardo Caldas afirma que deve haver um equilíbrio entre os dois. Segundo ele, não basta haver vocação, o político tem que entender que existem regras para se aprovar uma proposta.

Por outro lado, diz que o indivíduo deve escolher a política por ser compatível com o perfil e não para seguir, por exemplo, heranças familiares.

No Amapá, policial que matou namorada é acusado de feminicídio

O policial Militar Kássio Mangas que está preso por matar a ex-namorada, a policial Emily Karine de Miranda Monteiro, foi denunciado pelo Ministério Público do Amapá (MP) por crime de feminicídio. A denúncia foi feita nesta última terça-feira, 28.

A cabo PM Emily Miranda foi assassinada no dia 12 deste mês (Dia dos Pais). Relatos da Polícia Civil e de familiares da vítima, Emily e Kássio eram namorados e há dois anos moravam juntos.

Ainda segundo os relatos, no domingo pela manhã o casal discutiu e terminou o namoro. O acusado que não aceitou o fim do relacionamento retornou por volta das 17h30 a casa ondem residiam e atirou com a ex-namorada.

Feminicídio– Segundo o promotor Iaci Pelaes, titular da  Promotoria do Tribunal do Júri, o caso é tratado como feminicídio. A denúncia aponta que Kássio praticou o crime por não aceitar o fim da relação. “Isso demonstra uma clara mentalidade machista e violenta contra a mulher, considerado um comportamento inaceitável. O Ministério Público vai atuar para que o agressor seja julgado ainda neste ano, para que o mesmo tenha uma punição exemplar”, finaliza Iaci Pelaes.

 

 

TRE do Amapá julga o primeiro pedido de registros e indefere candidaturas do PT ao cargo de Deputado Estadual

Seguindo parecer do Ministério Público Eleitoral, o Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP), julgou e indeferiu por unanimidade, nesta terça-feira (28), os pedidos de registro de candidaturas para Deputado Estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), com vistas às Eleições 2018 no Estado do Amapá.

O relator do caso, juiz Carlos Canezin, verificou que o partido deixou de prestar contas à Justiça Eleitoral relativas ao ano de 2015, e assim foi punido com a suspensão da anotação de seus órgãos de direção enquanto não for regularizada a situação. A anotação do órgão de direção é requisito para o registro de candidaturas.

O partido tem três dias para recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O indeferimento da coligação leva, por consequência ao indeferimento de todos os registros dos candidatos do partido ao cargo de Deputado Estadual.

A sessão foi presidida pela desembargadora Sueli Pini. Participaram os juízes Hilton Pires, Carlos Canezin (Relator), Rogério Funfas e Léo Furtado, e a procuradora regional eleitoral, Dra. Nathália Mariel.